Quando retorno àquela terra,
Onde passei minha infância,
Tanta coisa me assusta...
Enche meu ser de lembranças.
Olho a ponte... É a mesma.
Levada tantas vezes pelas enchentes.
E reconstruída a seguir.
Mas olho para a água... Cadê???
Eu cresci ou o rio secou???
Da ponte pulávamos, em profundos mergulhos.
Eu, minhas irmãs e primas.
Hoje... Se tentássemos...
Teríamos a cabeça quebrada nas pedras aparentes.
Se entrássemos no rio... A fim de molharmo-nos...
Umedeceríamos apenas os pés...
No filete de água correndo por entre os pedregulhos.
O que aconteceu com a natureza???
Eu sei... Eu cresci!!!
Mas o rio secou também.
É só olhar e ver.
O homem... Todo poderoso...
Já começou a pagar seus pecados,
Cometidos contra a natureza.
O Universo se vinga... E da forma mais cruel.
Oxalá nos reste tempo...
De conscientizar a humanidade,
Que precisa acordar para a preservação.
A mata é responsável pelas águas.
Pela água do meu rio.
Pela comida que plantamos...
E pela sede... Que matamos!!!


 

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