Mesmo agora, na derradeira viagem,
Continuo sem crer...
Jamais saberei
Até onde a insolência atingiu-me
Ou a outrem.
 
Deixo-me levar,
Flutuando em vendavais,
Que dilaceram as bordas enegrecidas
da branca rocha,
Onde falsos idiomas
Esculpiram a inscrição final.
 
Resta somente a esperança
De um novo e belo Prefácio
Que superando a lassidão corpórea,
Eternizará para sempre a poesia
Em enigmático testamento.


 
 

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