Desapareceu dos olhos da Águia...
O Condor... Seu companheiro...
Com os olhos marejados d’água...
Procurava sem cessar o parceiro.

Voavam entre montanhas altaneiras...
O sol estava luminoso...
De repente... De que maneira?
Viu-se sozinha... Sem seu Condor frondoso.

Uma nuvem espessa surgiu...
Negra como a noite escura...
Seu voar tornou-se rasante... E caiu...
A Ave majestosa sentiu...
Uma profunda e infindável loucura.

Grasnava sua dor em sussurros...
E voava, ganhando as alturas...
Mas como que por magia... Não via...
Não encontrava mais do Condor a brandura.

Passaram-se horas... E dias...
Procurava com toda euforia...
Meses se foram... Anos passaram...
E os amantes... Pássaros pujantes...
Nunca mais se encontraram.

 

Marilene Mees Pretti
27/06/2003


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