MARILENE MEES PRETTI
 

 
 

Em longínquas lembranças...

Que me ocorrem ao pensar...

Nos meus tempos de criança...

Quando o NATAL estava a chegar...

É de um velhinho barbudo...

Vestido de cintilante vermelho...

Também era barrigudo...

E a nós... Dava conselhos.

 

Não o chamávamos como hoje...

Para nós era NICOLAU.

Esses tempos se vão longe...

Ensinava-nos a jamais ser mau.

 

Dos tempos longínquos de outrora...

Restou o mesmo velhinho...

Que quando chegava a aurora...

Deixava-nos tão bonzinhos.

 

O tempo passou rapidinho...

Hoje ele é PAPAI NOEL.

Continua como antes... Igualzinho.

E ainda mora no céu. 

 

As crianças ansiosas...

Embora já não tão crentes...

Aguardam felizes e nervosas...

Crianças ricas ou carentes...

A chegada do velhinho...

Que vem trazendo presentes.

 


 

14/11/2004



 

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