A vida olhou para mim
Querendo me mandar
Eu estava ali... Assim...
Ela mandou-me jogar.

Em cada partida
De mim eu dei tudo
Fiz gols de investida
Jogadas perdidas.

Joguei com vontade
Também displicente
E a vida era o juiz
Apitando as faltas
E de todas que fiz
Recebi minha carta.

Fiz gols muitas vezes
Mas até pênaltis perdi
Sofri vários meses
Quando me contundi.

Voltei a jogar
Chutando paixões
Agarrando ilusões
Goleando emoções.

Joguei contra,
Joguei a favor.
Joguei com ódio,
Joguei com amor.

Viajei por diversos campos.
Lancei bola para adversário,
Driblei,
Fui driblada,
Tomei goleadas.
Cartões,
Expulsões.

A vida olhou-me novamente,
Acho que descontente,
E mandou-me sentar.

Observo o jogo da vida
No banco de reservas.
Mas não perco a esperança,
De retornar à dança,
Dessa jogada.




30/06/06

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