Chamá-los de poesia?

Não!

Citá-los como poemas?

É pretensão.

Como chamar meus escritos?

Importa?

Só quero juntar meus grifos...

Que de minha mente exorta.

Desejos que tenho sonhado...

Da boca soltando gritos.

 

E é somente isso... Isso somente!

Dá sentido à minha vida.

Sem isso seria semente...

Que não germina... Híbrida.

 

São letras resgatadas da alma...

Juntando-se em frases sem nexo.

Mas que meu coração encara...

Como sentimentos vivos... Concretos.

 

Cada texto uma história...

Que vivi ou que ouvi.

Ou um momento de glória...

Onde relato o que senti.

 

Ao repassar o Menu...

E reler texto por texto...

É como abrir um baú...

E voltar a vida no tempo.

 

Pelo título me vem palavras...

Que nele contém escrito.

Aquece-me como lava...

Alimenta-me o Espírito.

 

Cada texto uma lembrança...

O “que” inspirou eu sei.

Ou “quem” causou a esperança...

Que no papel eu grifei.

 

Nos textos eu me revelo...

Mostrando a outra metade.

Aquela que por mais singela...

É a minha realidade.

 


21/03/2005

Clique na figura
envie sua mensagem


O envio que envia rapidinho !!!
 




Desde 05.02.2005,
a sua é a visita número


Direitos autorais registrados®