Para poder levar a vida
Que passa varrendo as horas
Levando o viço embora
Lambendo em carícias falsas
A esperança mais forte
Numa dança como a valsa
Desnorteando sul e norte
Faz-se uso de uma máscara
Com várias personalidades
Saltitando entre saudades
Esquecendo as vaidades
Demonstrando insanidade
Buscando a realidade.
E o mascarado falseando
Passa os dias divagando
Tentando mostrar o que não é
Inventando-se até.
Se de si é marketeiro
Certamente é caloteiro
Propaganda enganosa
Nesse mundo traiçoeiro.
E a cada dia que acende
Troca a máscara por uma outra
Mas não percebe que é solta
E sobrevêm às verdades.
Cai por terra a mentira
E tudo que nunca sentira
Vê-se perdido na noite
O vento a lhe cortar como açoite.
Prevalece a realidade
Pouco tempo se engana
A verdade aparece
Nos olhos é que ela emana.



 
03/10/05


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