Sinto um laço apertar meu ser,
E minha vida nem sentido ter.
Imagino coisas lindas para escrever.
Mas a realidade é outra a viver.



Sinto um lasso por todo o corpo...
Lasso com dois esses...
Lasso de cansaço.
Cansaço desta vida inerte...
E a mudança só a mim compete.



Não me sinto aqui.
Esta não sou eu.
Procuro uma maneira...Parecer faceira...
Mas tudo é escuridão...É escravidão.



Fico horas meditando.
Por que admito isto???
Este controle... Este feitiço...
Que fizestes à minha vida.



Não aceito mais!!! Chega!!!
Quero-me de volta.
Peço-te: Me solta.
Perdestes teu tempo...Dormistes no ponto...
Abristes uma brecha...Grande... Profunda...
Feito flecha.
Não tem mais conserto.



Podemos ser amigos... Prometo!
Mas abra esta janela...
Que só tristeza exala.
Deixa-me sair...Vou me procurar...
E hei de me encontrar.

1994

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