De vez em quando

Quase sempre

Há um quê a respirar...

Ou perder a respiração...

Não sei se é o calor

Ou paixão a causa desse fervor

Que arde a imaginar

Com vontade de realizar

Mas sei que provo o gosto

E igual não existe outro

De certo e esperado beijo!

Que aumenta o desejo

Aquele que deixa iluminado

Reluzente e abençoado

O rosto da mulher-pecado

Na face do homem amado

E como âncora capaz

De arrebatar emoções

Me prende o coração

Nesse barco de paixão

Já incendiado

Todo chamuscado

Como quando se faz

Com sentimento voraz

Amor pelo chão

Com a fúria de um vulcão.

 

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