Marilene Mees Pretti
 

 


 


 

Tire do poeta a caneta...

Esconda o papel na gaveta.

Arranque-lhe o computador...

Da mente recolha sua dor.

 

Verás o poeta agachado...

Com uma pedra ao lado...

 Carvão do fogo queimado...

Escrevendo seu passado.

 

Verás a poetisa na praia...

Sentada rodando a saia...

Escrevendo na areia...

Ou com o sangue da veia.

 

Verás louco no hospício...

Recitando seus delírios...

Os mais ricos... Jamais vistos.

Vindo do peito... Martírio.
 

 
 


05/04/05

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