E depois
Que o grito se fez silente
Alvejando a alma da gente
No teu ressonar
Escrevi um poema
Que jamais poderei mostrar
Pois escrevi no seu ventre
Onde o suor escorria
Pura sangria
De tanto amar.

Apreciei por um momento
Aquele poema ungüento
Com nossos gostos incrustados
Vendo você extasiado.

E com meus lábios sedentos
Bebi cada letra orvalhada
Cada palavra molhada
Engolindo o poema
Roteiro de nosso cinema
Já sem gosto de dilema
Mas com gosto de existência
Cor carmim
Cheiro de jasmim.

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