Que nas paisagens ondulosas
A pele nívea divisava
Surgia fagueira na luminosidade
De um dourado corpo a reluzir
A pompa de carnes tépidas e frescas
Causando uma sensação estranha
A mesma de quando foge sob os pés o chão
À retirada de uma onda do mar
E sente-se que algo rui ao desequilíbrio
Mas que deixa uma satisfação natural
Sob o duvidoso anseio de ser absorvido
À medida em vai ficando oco o espírito
Como a efemeridade de uma escultura de praia
Vagando frágil pelo sólido espetáculo da arte
Momento de satisfação até o fim dos dias de si mesmo
Ao simbolizar o ato de entrega mais imenso que há
Quando parece que o coração pára de bater
E tudo vira novamente grão de areia







Meu amigo Miguel
Poeta que veio do Céu
A cada vez que o lemos
Mais certeza nós temos
Que recebeu do Universo
Um talento diferente
Pois cada linha
Cada verso
Vai viciando a gente
E cada vez mais
Lê-lo nos satisfaz.
Miguel
Com todo o meu carinho
Admiração e amizade.

Marilene Mees Pretti
15/08/05


 

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