Marilene Mees Pretti



 

Minha avó tem uma casa...

Situada lá na Beira...

Tem pinhão assado na brasa...

Na casa que é de madeira.

 

A casa é circulada...

Por enorme varandão...

Muitas redes penduradas...

Para se deitar no verão.

 

No inverno o fogão à lenha...

E todos ficam ao redor.

Cada um conta uma lenda...

E é escolhida a melhor.

 

Acho muito divertido...

Na Beira ir com meus tios.

Chama Beira por um motivo:

A casa é na beira do rio.

 

O rio não é muito profundo...

Tem pedras grandes aparentes...

As pequenas se vê ao fundo...

Das águas bem transparentes.

 

Pode-se o rio atravessar...

A pé ou pela pinguela.

Todos lá querem passar...

Que ponte estranha aquela.

 

Atravessa-se pé por pé...

A grande viga de madeira.

Se não conseguir... Não dê ré.

Vai cair de qualquer maneira.

 

Quando chove o rio transborda...

E as águas levam a pinguela.

Outra ripa se transporta...

Coloca-se no lugar daquela.

 

Que linda a casa da Beira!

Rodeada de ribanceira.

Onde tem moça faceira...

Observando sobranceira.


16/05/2005



 


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