Apruma-te alma penada
Não saia assim estabanada
Pela vida desenfreada
Cantando versos
Para o nada.
Já te pedi
Eu te implorei
Que te comportes.
Mantenha o porte!
Vejo-te sair por aí
Como uma qualquer
Contando tudo
Em silêncio mudo
Para quem quiser ouvir.
Temos segredos alma minha
Não podes te mandar sozinha.
Ouça minha voz
Não tens direito
De nos expor
Como tens feito.
Acalma-te minh'alma
Deixe-me resolver do meu jeito
Os percalços que a vida
Faz passar em nosso leito.



07/11/05
 

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