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Água na quarta-feira,
Água num balde.
Água no rio,
Água na cachoeira.

Água que mata a sede,
Água que mata o sedento.
Água que o rico ignora,
Mas o pobre a adora.

Rio poluído pelo rico,
Que até mata o mico.
O pobre morrendo de sede,
A mingua deitado na rede.

O rico só bebe água mineral,
Que ousadia infernal.
Pobre bebe água do lamaçal,
Que país tão desigual.

Que chamado sem igual,
Num momento crucial.
A água um bem natural,
Para todos em especial.







Escrever sobre este Poeta
Amigo de pouca data, e contraditoriamente,
Alguém que a vida entrelaça,
É ter que dizer que o mundo
É tão grande e tão pequeno
Pois foi no SITE PREFÁCIO
Que lendo um texto dele
Gostei e comentei.
Falei que feliz estava
Por encontrar lá um Catarinense
Barriga-Verde como eu.
Ele foi a um texto meu
E vejam que coincidência:
Disse conhecer minha cidade
Ter aqui trabalhado
E falando de pessoas
De fatos e acontecimentos
Era tudo tão notório
Pois de tudo eu tinha conhecimento.
Mário...
Nos versos nos encontramos
Nos versos nos admiramos
Agora amigos já somos.

Marilene Mees Pretti
04/08/05

 


 

 


 



 

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